O mercado é um projeto foi pelo escritório Ramos de Azevedo, pelos arquitetos Francisco Ramos de Azevedo e também por Felisberto Ranzini, e foi construído entre 1926 e 1932 ao lado do rio Tamanduateí, o que possibilitava um acesso melhor para a chegada de barco das pessoas com produtos vinda das chácaras. Foi inaugurado em 25 de janeiro de 1933 numa área de 12.600m², possui 1.600 funcionários que movimentam cerca de 350 toneladas de alimentos por dia em 291 boxes e recebe uma média diária de 14 mil pessoas. Francisco Ramos de Azevedo morreu em 1928, antes da conclusão da obra.
Os vitrais coloridos foram feitos pelo artista russo Conrado Sorgenicht, seguindo a orientação de Ramos de Azevedo, que queria que os mesmos, fosse um documento histórico mostrando como eram as cenas dos campos, a lida com o gado, a colheita com o café.



PRAÇA VICTOR CIVITA:
Todo o projeto arquitetônico é de responsabilidade da Levisky Arquitetos Associados, com as arquitetas Adriana Levisky e Anna Julia Dietzsch. As estruturas foram projetadas pela Cia de Projetos, sob a responsabilidade da engenheira Heloísa Maringoni.
O terreno possui uma área de 13.648m² e se localiza no Bairro Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.
"A Praça Victor Civita é um espaço público diferente dos demais por configurar-se como ponto de referência sobre as questões ambientais, a partir da revitalização de uma área urbana degradada." O projeto teve seu início no ano de 2001.
O terreno possui uma área de 13.648m² e se localiza no Bairro Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.
"A Praça Victor Civita é um espaço público diferente dos demais por configurar-se como ponto de referência sobre as questões ambientais, a partir da revitalização de uma área urbana degradada." O projeto teve seu início no ano de 2001.




EDIFÍCIO HARMONIA:
O conceito do projeto é o sistema hídrico. Está situado na Vila Madalena, transparecendo expressividade de diversas formas, apresentando várias formas de intervenção, o prédio possui um sistema próprio de tratamento e reutilização da água, com tubulação aparente em suas fachadas.
O edifício Harmonia 57 funciona como um organismo vivo, respirando e se modificando a cada dia, sendo que internamente as suas paredes sao preenchidas de terra, e externamente possui uma camada vegetal que funciona como uma pele para o edifício. A obra está composta de 2 blocos que se interligam por meio de passarela metálica e recortados com janelas com grandes lábios de concreto e terraços que tem vista para a cidade. O edifício é considerado como sendo uma "arquitetura verde".







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